quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

II – DONS DE REVELAÇÃO


1 - Palavra da sabedoria (I Co 12.8). Por esta expressão entende-se pronunciamento ou declaração de sabedoria. Revelação ou expressão de Deus, análoga à ocasião. Necessidade de conhecer e saber “como” (Ef. 1:17-19; 3:5; II Pd. 3:15; Tg; 3:17).

2 – Palavra do conhecimento (I Co 12.8). É um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em suma é saber algo que Deus sabe, saber acerca de Deus, ou acerca de outras pessoas, ou situações, e que vem somente por revelação divina (I Co. 1:5; II Co. 8:7; Ef. 1:17; Atos 10:19,20; 5:1-5).

3 – Discernimento de espírito (I Co 12.10). Este dom dá capacidade à pessoa para distinguir, para julgar se é o Espírito de Deus que está atuando ou não na vida de uma pessoa. Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração ou ação (Atos 16:16-18).

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

DONS ESPIRITUAIS - PARTE 1



Introdução: Neste estudo, nos propomos a demonstrar a importância dos dons espirituais. Segundo alguns expoentes, os dons dividem-se em ordinários e extraordinários. Na primeira classificação incluem-se os dons de natureza comum. Na segunda encontramos aqueles dons de caráter sobrenatural. Esses dons extraordinários são aqueles nove alistados em I Coríntios 12:8-10; 1) palavra de sabedoria. 2) palavra do conhecimento, 3) fé, 4) cura, 5) operação de milagres, 6) profecia, 7) discernimento de espíritos, 8) variedade de línguas, 9) interpretação de línguas.

I – DIVERSIDADE DE DONS.

O Apóstolo Paulo, comentando sobre os dons espirituais, afirmou: “Ora já diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. E ele continua dizendo: “E há diversidade de operações, mas o mesmo Deus que opera tudo em todos” (I Co. 12:4,6). Esta lista de dons, seguindo termos funcionais, podem ser divididos em três grupos, conforme segue abaixo:

1 – Dons de Revelação. Revelação. Revelar significa: Tirar o véu,; desvelar; fazer conhecer; divulgar; fazer conhecer sobrenaturalmente. Incluem a Palavra da ciência, Palavra da Sabedoria e o Discernimento de espíritos.

2 – Dons de Poder. Trata-se da virtude do Espírito; concedem poder para agir sobrenaturalmente. Incluem os Dons de Curar, Operação de Maravilhas e Fé.

3 – Dons de Expressão. Expressão, nesse caso, refere-se à capacidade para falar de maneira sobrenatural. Incluem a Variedade de Línguas, Interpretação das Línguas e Profecia.   

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

COMO RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO



1 – Precisamos crer em Cristo (Mc. 16:17-18). Para receber o batismo no Espírito Santo, o indivíduo tem que crer em Jesus, pois é impossível que uma pessoa não creia nEle e receba esse batismo (Jo. 14:16, 17); Rm. 8.16).

2 – Devemos obedecer a Deus (Atos 5.32). O texto é enfático: Deus só pode conceder esse dom aqueles que lhe obedecem. Se existe qualquer elemento de rebelião no coração do indivíduo, primeiro terá de acertar as contas por meio de uma entrega total a Deus, confessando seus pecados e sendo purificado dos mesmos. (Is. 59.1,2; I Jo. 1:7).

3 – Devemos pedir o Espírito Santo (Lc. 11:13). Aqui se vê a bondade, a generosidade, a disposição e a imparcialidade do nosso Pai celestial. Ele pode dar o Espírito Santo a todos os que lho pedirem (Atos 2:39).

4 – Devemos crer (Jo. 7:39; Gl. 3:14). A fé em Deus consiste numa total ausência de dependência de nós mesmos ou de outros, e no conhecimento de que só Deus tem aquilo de que precisamos e desejamos. Temos de acreditar que ele dará seus dons de graça, e que dará livremente na medida em que satisfizermos as condições por ele impostas e pedirmos individualmente os dons prometidos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

DONS ESPIRITUAIS


Introdução: Neste estudo, nos propomos a demonstrar a importância dos dons espirituais. Segundo alguns expoentes, os dons dividem-se em ordinários e extraordinários. Na primeira classificação incluem-se os dons de natureza comum. Na segunda encontramos aqueles dons de caráter sobrenatural. Esses dons extraordinários são aqueles nove alistados em I Coríntios 12:8-10; 1) palavra de sabedoria. 2) palavra do conhecimento, 3) fé, 4) cura, 5) operação de milagres, 6) profecia, 7) discernimento de espíritos, 8) variedade de línguas, 9) interpretação de línguas.

I – DIVERSIDADE DE DONS.

O Apóstolo Paulo, comentando sobre os dons espirituais, afirmou: “Ora já diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. E ele continua dizendo: “E há diversidade de operações, mas o mesmo Deus que opera tudo em todos” (I Co. 12:4,6). Esta lista de dons, seguindo termos funcionais, podem ser divididos em três grupos, conforme segue abaixo:

1 – Dons de Revelação. Revelação. Revelar significa: Tirar o véu,; desvelar; fazer conhecer; divulgar; fazer conhecer sobrenaturalmente. Incluem a Palavra da ciência, Palavra da Sabedoria e o Discernimento de espíritos.

2 – Dons de Poder. Trata-se da virtude do Espírito; concedem poder para agir sobrenaturalmente. Incluem os Dons de Curar, Operação de Maravilhas e Fé.

3 – Dons de Expressão. Expressão, nesse caso, refere-se à capacidade para falar de maneira sobrenatural. Incluem a Variedade de Línguas, Interpretação das Línguas e Profecia.


II – DONS DE REVELAÇÃO

1 - Palavra da sabedoria (I Co 12.8). Por esta expressão entende-se pronunciamento ou declaração de sabedoria. Revelação ou expressão de Deus, análoga à ocasião. Necessidade de conhecer e saber “como” (Ef. 1:17-19; 3:5; II Pd. 3:15; Tg; 3:17).

2 – Palavra do conhecimento (I Co 12.8). É um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em suma é saber algo que Deus sabe, saber acerca de Deus, ou acerca de outras pessoas, ou situações, e que vem somente por revelação divina (I Co. 1:5; II Co. 8:7; Ef. 1:17; Atos 10:19,20; 5:1-5).

3 – Discernimento de espírito (I Co 12.10). Este dom dá capacidade à pessoa para distinguir, para julgar se é o Espírito de Deus que está atuando ou não na vida de uma pessoa. Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração ou ação (Atos 16:16-18).

III – DONS DE PODER

1 - Fé (I Co 12.9). Este Dom é uma dotação especial do poder do Espírito, Parece vir sobre alguns servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais duma maneira tão poderosa, que não deixa dúvidas de que foi a ação de Deus que se fez presente, Podemos dizer que é esse tipo de fé que nos dá a palavra da divina autoridade (Mc. 11:22,23).

2 – Milagres (I Co 12:10,28). literalmente: Poder de Deus, poder dinâmico, força divina. Um poder sobrenatural, onde o poder divino é manifestado fora do comum, extraordinariamente. Outras palavras são usadas para designar esse dom: maravilhas, sinais, prodígios. (Atos 5:12-1; 19;11,12; Rm. 15:19).

3 – Dons de Curar (I Co 12:9,28). Literalmente: Livramento das doenças, das piores enfermidades, males incuráveis. Dizer que uma pessoa tenha os dons, significa que são usados por Deus duma maneira sobrenatural para dar saúde aos enfermos por meio da oração. Não se deve entender que quem possui esse dom tenha o poder de curar a todos: deve dar-se lugar à soberania de Deus e à atitude e condição espiritual do enfermo (Mt. 8:16,17; Atos 9:32-35).


IV – DONS DE EXPRESSÃO – 1 CORÍNTIOS 12:10

1 – Profecia. Falar claramente, anunciar. A profecia, geralmente falando, é expressão vocal inspirada pelo Espírito Santo. A profecia bíblica pode ser mediante revelação da Palavra do Senhor. Pode também ser extática, uma expressão de inspiração do momento (Atos 11.27,28; 13:1,2; 21:10,11). Significa também falar numa linguagem do poder do Espírito Santo. O propósito deste dom é edificar, exortar, confortar, instruir, consolar (I Co. 14.3,4,31). As profecias devem ser julgadas (I Co. 14.29) mas não desprezadas (I Ts. 5.20).

2 – Línguas. Também conhecida como “variedade de línguas” O Dom de Línguas é o Poder de falar uma sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua feita inteligível aos ouvintes por meio do Dom igualmente sobrenatural da interpretação. Seu próposito: para sinais (Mc. 16.17), Para edificação pessoal (I Co 14.4) Para edificação, no culto público (I Co 14:12,13, 26-28,39,40).

3 – Interpretação de línguas. Explicar, tonar conhecido o sentido da língua ou a sua significação. O propósito do dom de interpretação é tornar inteligíveis as expressões do êxtase inspiradas pelo Espírito Santo que se pronunciaram em uma língua desconhecida da grada maioria presente. Repetindo-se claramente na língua comum ao povo congregado (I Co. 14:5).


V – O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS

1 – Para “um fim proveitoso” (I Co. 12:7), Para unificar o Corpo – os membros da igreja (I Co. 12.11-26). Para edificar a congregação (I Co. 14:12,26). Para julgar (I co. 12:25).

2 – Edificação (I Co. 14:12,13). O propósito dos dons é a edificação da igreja para encorajar os crentes e converter os descrentes (Atos 1:8).

3 – Para que o mundo veja os sinais (Mc. 16:15-18; Hb. 2:4). Para manifestar a glória de Jesus (Jo. 2:11). Para confirmar a Escritura e aumentar a fé (Jo. 2:22,23). Para convencer e converter (I Co. 14:24,25). Para testificar de Jesus (Jo. 10:25). Para a Glória de Deus (Mt. 9:8). Para confirmação de Jesus como o Messias (Mt. 11:2-6). Para mostrar a natureza compassiva de Jesus (Mt. 14:14).


VI – A MANEIRA CORRETA DO USO DOS DONS ESPIRITUAIS

Conforme o apóstolo Paulo, ou os dons são usados com amor, ou serão ineficazes para a Igreja (I Co. 13.1-13). O capítulo 14 de I Coríntios expõe os seguintes princípios para esse desempenho espiritual:

1 – Valor proporcional (vs. 5-10). Os coríntios haviam-se inclinado demasiadamente para o Dom de Línguas, certamente por causa da sua natureza espetacular. Paulo lembra-lhes que a interpretação e a profecia eram necessárias para que o povo pudesse ter conhecimento inteligente do que se estava dizendo.
2 – Sabedoria (v. 20). Paulo diz: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento”. E, outras palavras: “Usai o senso comum. Não sejais como crianças em vossa capacidade intelectual.”

3 – Autodomínio (v. 32). Aquele que possui o dom de línguas e profecia pode dominar sua expansão e falar unicamente a Deus, quanto tal domínio seja necessário.

4 – Suscetível de ensino (vs. 36,37). Infere-se desses versos que alguns dos coríntios haviam ficado ofendidos pela crítica construtiva de seus dirigentes.

5 – Ordem (v. 40). O Espírito Santo não inspirará aquilo que seja desordenado e vergonhoso. Quando o Espírito Santo está operando, há uma comoção e harmonia, de tal forma que todos que participam são edificados.



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

II - O CUMPRIMENTO DA PROFECIA




1 – O Espírito Santo seria dado após a glorificação de Jesus (Jo. 7:37-39; Atos 2:33). O tempo para o cumprimento da promessa do batismo no Espírito Santo estava condicionado à volta de Jesus ao Pai a Sua glorificação (Jo. 16.7). Pedro conhecia muito bem esta doutrina, porque no Pentecostes ele a confirmou.

2 – O Batismo no Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes (Atos 2:1-4). O Pentecostes era o tempo marcado por Deus para o cumprimento dessa profecia. Nas festas de Israel, era a 3ª delas, começando com a Páscoa e as Primícias. Todas elas estão relacionadas ao plano de Deus. A Páscoa cumpriu-se com a morte de Jesus, cordeiro pascoal (I Co. 5.7). As Primícias se cumpriram com a ressurreição de Jesus dentro os mortos (I Co. 15:20,23). O Pentecostes acontecia 50 dias depois de contar do dia 16 de Abibe (Lv. 23:9-16). que era um dia depois da Páscoa. Assim o Senhor Jesus foi morto, sepultado e ressuscitou ao 3º dia. Passou 40 dias com os discípulos e foi levado aos céus (Atos 1:1,2). Completados os 50 dias, acontecia a festa do Pentecostes em Jerusalém (Atos 2:1). Foi exatamente nesse tempo que a promessa foi cumprida, estando os discípulos reunidos no cenáculo.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO NAS PROFECIAS.


No Antigo Testamento, Deus falava através dos profetas, para anunciar as coisas vindouras. Vejamos algumas profecias a respeito do Batismo no Espírito Santo.

1 – O profeta Joel fala desse derramamento 750 a.C. (Joel 2:28-29). O profeta Joel é direto e refere-se aos que seriam revestido por esse derramamento; a) toda carne: a promessa não estava limitada a um povo; b) os filhos(as) e anciões (a promessa não estava limitada a uma geração); c) os servos (as). Ou seja escravos (a promessa não discrimina classe social).

2 – O profeta Isaías também vaticinou a respeito do Espírito Santo (Is. 44:3). A linguagem do profeta Isaías era do conhecimento do escriba, do sacerdote, mas também poderia compreendê-lo o humilde camponês agricultor. Assim, todos que sabiam da importância da chuva para terra, a fim de estar preparada para a lavoura, poderiam entender que a obra semelhante Deus faria realizar pelo Espírito Santo na vida da igreja. O Senhor tirara a igreja de um estado de sequidão espiritual, de desolação, para ser uma lavoura bem regada e produtiva (Pv. 1:23).

3 – O profeta Zacarias se referiu à promessa mencionando o tempo do cumprimento (Zc. 10:1). Zacarias usa o símbolo da chuva serôdia e menciona o tempo, mesmo sem determiná-lo. A chuva temporã e serôdia cai na estação da semeadura e da colheita do grão. Quando a Bíblia se refere a essas chuvas no símbolo do Espírito Santo, une as duas em ação conjunta e chama: a chuva temporã e serôdia (Jl. 2:23). Isto porque do modo como a mesma chuva pode ser serôdia para uma espécie de lavoura, pode também ser temporã para outra espécie.

4 – João Batista confirmou a profecia (Mt. 3.11; Mc. 1:8), Cerca de 3 anos e meio antes do cumprimento da profecia de Joel, João Batista profetizou também sobre este assunto. Ao ser comissionado por Deus para uma missão especial, João iniciou sua obrar pregando o batismo do arrependimento, porém ele já anunciava um que batizaria com o Espírito Santo e com fogo.

5 – Jesus testificou que ele mesmo cumpriria Sua promessa (Lc. 24:49; Atos 1:4-8). Cerca de 8 dias antes do cumprimento da promessa do derramamento do Espírito Santo, o próprio Jesus profetizou. Lucas então narra com mais detalhes a profecia de Jesus a respeito do batismo. O Senhor Jesus confirmou toda a Palavra profética prometendo, Ele mesmo, que os seus seguidores seriam batizados no Espírito Santo “não muito depois daqueles dias”.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Espírito Santo



4 – Não resistir à sua voz (Atos 7:51), quanto não damos ouvidos à voz do Espírito Santo estamos entristecendo-o e resistindo à sua correção para nossas vidas.

5 – Não mentir ao Espírito Santo (Atos 5:3;4). Mentir ao Espírito Santo é mentir a Deus, pois o Espírito Santo é Deus.

6 – Não blasfemar contra o Espírito Santo (Mt. 12.31,32). A blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição deliberada do testemunho que o Espírito Santo dá de Cristo, de Sua palavra e de Sua obra de convencer o homem do pecado. A blasfêmia também se caracteriza pela atribuição das obras do Espírito Santo a Satanás. Ao fazer isso, o homem afasta de si mesmo o único recurso que pode levá-lo ao perdão.

7 – Não ultrajar o Espírito Santo (Hb. 10.29). Ultrajar é o mesmo que insultar o Espírito Santo e rebelar-se contra Ele, o qual comunica a graça de Deus. É a tentativa de desfazer a obra do Espírito Santo, ou seja: apostasia total (Is. 63.10).