quinta-feira, 20 de setembro de 2012

OBRA DO ESPÍRITO SANTO


1 – A obra do Espírito Santo na vida do ser humano. a) Ele convence o homem do pecado, levando ao conhecimento as verdades absolutas de Deus (Jo. 16:8); b) ele regenera o ser humano, lavando-o de seus pecados (Tt. 3:5); c) Após a conversão, o Espírito Santo passa a habitar no cristão (Jo. 14.17; Rm.; 8:9; I Co. 6.19); b) na regeneração o Espírito Santo efetua uma mudança radical no homem, concedendo-lhe um novo princípio de vida, isso é o que chamamos de santificação (I Pd. 1:2); e) o Espírito Santo também reveste o cristão de poder, capacitando-o para um viver santo e também para o testemunho do evangelho (Atos 1:8)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

NOMES DO ESPÍRITO SANTO


O terceiro membro da Divindade, por ordem de revelação, é conhecido por muitos nomes, porém faremos uma análise de quatro nomes principais, sendo eles:

1 – Espírito de Deus (I Jo. 4:2). Por meio deste nome, chama-se atenção à relação especial entre o Espírito Santo e Deus Pai. Ele é o executivo da divindade, operando tanto na esfera física como na moral. Por meio do Espírito, Deus opera na esfera espiritual, convertendo os pecadores, sanfiicando e sustentando os cristãos.

2 – Espírito de Cristo (Rm. 8:9). Por que o Espírito Santo é chamado o Espírito de Cristo? a) Porque ele é enviado em nome de Cristo (Jo. 14.26), b) Porque ele é enviado por Cristo (Lc. 24:49; Jo. 16:7); c) O Espírito Santo é chamado de Espírito de Cristo porque também foi por Deus pai (Gl. 4:6).

3 – Espírito Santo (Lc. 3:16; 12:12). Ele é chamado Espírito Santo, porque é Deus, e porque sua obra principal é a santificação. O Espírito Santo veio para organizar a natureza do homem e para opor-se a todas as suas tendências más (Jo. 16:8). A Santidade, pois, é a mais notável característica deste membro da Divindade.

4 – Consolador (Jo. 14:16). Jesus anunciou a vinda do Espírito Santo como sendo “o Consolador”. Esta é a única referência a Ele por esse nome. A palava Consolador deriva do grego “Parakletos” significa literalmente: “Aquele que vem quando é chamado para estar ao nosso lado, como advogado, com o propósito de nos ajudar”. Ele satisfaz todas as necessidades do cristão com a intimidade de um companheiro fiel e compreensivo.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O ESPÍRITO SANTO

Em toda a Bíblia encontramos referências sobre o Espírito Santo. Não poderia ser de outra maneira, pois as Escrituras Sagradas foram produzidas por seu intermédio (I Pd. 1:12). Logo no início, em Gênesis 1:2, encontramos a primeira menção da pessoa do Espírito Santo;”... O Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.”
No presente estudo vamos destacar apenas os aspectos mas importantes de ensino bíblico a respeito do Espírito Santo e da Sua obra na Igreja.

O ESPÍRITO SANTO É:

1 – Uma pessoa (Rm. 8:26,27). As Escrituras apresentam o Espírito Santo com uma pessoa, e não simplesmente como uma influência, energia ou poder em ação no mundo. Como pessoa, desempenha as mesmas funções de um indivíduo (sentimento, vontade e intelecto). Ele dá testemunho. Ele corrige, conforta, ensina, dirige, esforça-se e ajuda (Rm. 15:30; Jo. 14:26; 16;8; Atos 8.29; 10;19).

2 – Deus (Atos 5:3,4); O Espírito Santo é identificado com Deus, Possui as mesmas qualidades ou atributos de Deus; a) está em toda a parte (Sl. 139.7); b) tem conhecimento de todas as coisas (I Co. 2:10); c) é Todo-Poderoso, reparte os Dons conforme sua vontade (I Co. 12:11); d) ele é o Espírito eterno (Hb. 9:14).

3 – A Ele se atribuem as obras divinas (Gn. 1:2). Ele tomou parte ativa na criação do mundo e é responsável pela renovação do mesmo (Sl. 104:30). Produz novas criaturas em Cristo Jesus (Jo. 3:5). A ressurreição de Cristo é obra do Espírito Santo (Rm, 1:4; 8;11). Ele mesmo procede do Pai e de Jesus Cristo, seu Filho (Jo. 15:26; 16;7). É mencionado em pé de igualdade como o Pai e o Filho (Mt. 28:19; II co. 13;13).


NOMES DO ESPÍRITO SANTO

O terceiro membro da Divindade, por ordem de revelação, é conhecido por muitos nomes, porém faremos uma análise de quatro nomes principais, sendo eles:

1 – Espírito de Deus (I Jo. 4:2). Por meio deste nome, chama-se atenção à relação especial entre o Espírito Santo e Deus Pai. Ele é o executivo da divindade, operando tanto na esfera física como na moral. Por meio do Espírito, Deus opera na esfera espiritual, convertendo os pecadores, sanfiicando e sustentando os cristãos.

2 – Espírito de Cristo (Rm. 8:9). Por que o Espírito Santo é chamado o Espírito de Cristo? a) Porque ele é enviado em nome de Cristo (Jo. 14.26), b) Porque ele é enviado por Cristo (Lc. 24:49; Jo. 16:7); c) O Espírito Santo é chamado de Espírito de Cristo porque também foi por Deus pai (Gl. 4:6).

3 – Espírito Santo (Lc. 3:16; 12:12). Ele é chamado Espírito Santo, porque é Deus, e porque sua obra principal é a santificação. O Espírito Santo veio para organizar a natureza do homem e para opor-se a todas as suas tendências más (Jo. 16:8). A Santidade, pois, é a mais notável característica deste membro da Divindade.

4 – Consolador (Jo. 14:16). Jesus anunciou a vinda do Espírito Santo como sendo “o Consolador”. Esta é a única referência a Ele por esse nome. A palava Consolador deriva do grego “Parakletos” significa literalmente: “Aquele que vem quando é chamado para estar ao nosso lado, como advogado, com o propósito de nos ajudar”. Ele satisfaz todas as necessidades do cristão com a intimidade de um companheiro fiel e compreensivo.


OBRA DO ESPÍRITO SANTO

1 – A obra do Espírito Santo na vida do ser humano. a) Ele convence o homem do pecado, levando ao conhecimento as verdades absolutas de Deus (Jo. 16:8); b) ele regenera o ser humano, lavando-o de seus pecados (Tt. 3:5); c) Após a conversão, o Espírito Santo passa a habitar no cristão (Jo. 14.17; Rm.; 8:9; I Co. 6.19); b) na regeneração o Espírito Santo efetua uma mudança radical no homem, concedendo-lhe um novo princípio de vida, isso é o que chamamos de santificação (I Pd. 1:2); e) o Espírito Santo também reveste o cristão de poder, capacitando-o para um viver santo e também para o testemunho do evangelho (Atos 1:8).

2 – A obra do Espírito Santo na Igreja de Deus. a) Ele faz crescer as igrejas (Atos 9:31); b) Ele dirige a Igreja (Atos 15:28); c) concede dos espirituais aos cristãos, visando o crescimento do Reino de Deus (I Co. 12:7-11); d) constitui pastores sobre as igrejas, vocacionando-os e dando-lhe capacidade (Atos 20:28).

3 – A obra do Espírito Santo no mundo (Jo. 16:9-11). Ele opera no mundo, agindo na vida daqueles que ainda não experimentaram o processo de conversão. a) o Espírito Santo veio ao mundo para convencer do pecado; b) o Espírito Santo convence o mundo da justiça; c) o Espírito Santo convence do juízo vindouro de Deus.

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO.

Em Gálatas 5.22,23, o apóstolo Paulo dá-nos uma lista de características que nos permitem identificar a presença do Espírito Santo na vida do cristão.

1 – Em seu interior. O primeiro resultado da presença do Espírito Santo no cristão é sentido através do que se manifesta em seu interior; amor, gozo e paz. O amor aqui referido não é o afeto sentimental entre duas pessoas. É algo mais profundo, vasto e nobre, que faz parte essencial da vida, e a governa, e que só o Espírito Santo pode dar.

2 – Em sua vida exterior. O segundo resultado manifesta-se na vida exterior; benignidade, bondade e longanimidade (longo + ânimo), significa serena resignação, em face de injustiças. É a capacidade de suportar maus tratos, sem procurar vingança. É contender com pessoas exaltadas, sem contudo se irritar; é manter a calma no meio de injúrias e calúnias.

3 – Em seus relacionamentos. O terceiro resultado do Espírito Santo manifesta-se no íntimo relacionamento da pessoa consigo e com os outros: fidelidade, humildade, domínio próprio. Fidelidade significa honestidade, lealdade para com os homens e para com Deus. Humildade quer dizer modéstia, respeito e submissão. Por último, temos o domínio próprio, que é o controle físico-emcional. O único poder que, na terra, pode dar ao homem vitória sobre essas coisas é o Espírito Santo de Deus.


ATITUDES DO CRISTÃO PARA COM O ESPÍRITO SANTO

A Bíblia nos orienta a respeito de nossa relação com o Espírito Santo de Deus.

1 – Devemos buscar a plenitude do Espírito (Ef. 5:18-21). “Enchei-vos” está no presente, indicando uma experiência continua. A plenitude do Espírito Santo deve ser a nossa constante preocupação.

2 – Não apagar a influência do Espírito Santo (I Ts. 5:19). “Não extingais o Espírito Santo” é o mesmo que não apagar o seu fogo (Mt. 3:11), nem desprezar os seus dons para o ministério da igreja. Parece que alguns cristãos “precavidos” puseram em dúvida o uso dos dons espirituais na igreja, sendo então corrigidos por Paulo.

3 – Evitar entristecer o Espírito Santo (Ef. 4:29,30). O nosso comportamento, as nossas atitudes e palavras, pensamentos e sentimentos, podem entristecer o Espírito Santo, ferindo-o e negando, na prática, o significado de Sua presença santificadora no cristão, que é uma amostra da redenção final dEle (Ef., 1.13-14).

4 – Não resistir à sua voz (Atos 7:51), quanto não damos ouvidos à voz do Espírito Santo estamos entristecendo-o e resistindo à sua correção para nossas vidas.

5 – Não mentir ao Espírito Santo (Atos 5:3;4). Mentir ao Espírito Santo é mentir a Deus, pois o Espírito Santo é Deus.

6 – Não blasfemar contra o Espírito Santo (Mt. 12.31,32). A blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição deliberada do testemunho que o Espírito Santo dá de Cristo, de Sua palavra e de Sua obra de convencer o homem do pecado. A blasfêmia também se caracteriza pela atribuição das obras do Espírito Santo a Satanás. Ao fazer isso, o homem afasta de si mesmo o único recurso que pode levá-lo ao perdão.

7 – Não ultrajar o Espírito Santo (Hb. 10.29). Ultrajar é o mesmo que insultar o Espírito Santo e rebelar-se contra Ele, o qual comunica a graça de Deus. É a tentativa de desfazer a obra do Espírito Santo, ou seja: apostasia total (Is. 63.10).


O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO NAS PROFECIAS.

No Antigo Testamento, Deus falava através dos profetas, para anunciar as coisas vindouras. Vejamos algumas profecias a respeito do Batismo no Espírito Santo.

1 – O profeta Joel fala desse derramamento 750 a.C. (Joel 2:28-29). O profeta Joel é direto e refere-se aos que seriam revestido por esse derramamento; a) toda carne: a promessa não estava limitada a um povo; b) os filhos(as) e anciões (a promessa não estava limitada a uma geração); c) os servos (as). Ou seja escravos (a promessa não discrimina classe social).

2 – O profeta Isaías também vaticinou a respeito do Espírito Santo (Is. 44:3). A linguagem do profeta Isaías era do conhecimento do escriba, do sacerdote, mas também poderia compreendê-lo o humilde camponês agricultor. Assim, todos que sabiam da importância da chuva para terra, a fim de estar preparada para a lavoura, poderiam entender que a obra semelhante Deus faria realizar pelo Espírito Santo na vida da igreja. O Senhor tirara a igreja de um estado de sequidão espiritual, de desolação, para ser uma lavoura bem regada e produtiva (Pv. 1:23).

3 – O profeta Zacarias se referiu à promessa mencionando o tempo do cumprimento (Zc. 10:1). Zacarias usa o símbolo da chuva serôdia e menciona o tempo, mesmo sem determiná-lo. A chuva temporã e serôdia cai na estação da semeadura e da colheita do grão. Quando a Bíblia se refere a essas chuvas no símbolo do Espírito Santo, une as duas em ação conjunta e chama: a chuva temporã e serôdia (Jl. 2:23). Isto porque do modo como a mesma chuva pode ser serôdia para uma espécie de lavoura, pode também ser temporã para outra espécie.

4 – João Batista confirmou a profecia (Mt. 3.11; Mc. 1:8), Cerca de 3 anos e meio antes do cumprimento da profecia de Joel, João Batista profetizou também sobre este assunto. Ao ser comissionado por Deus para uma missão especial, João iniciou sua obrar pregando o batismo do arrependimento, porém ele já anunciava um que batizaria com o Espírito Santo e com fogo.

5 – Jesus testificou que ele mesmo cumpriria Sua promessa (Lc. 24:49; Atos 1:4-8). Cerca de 8 dias antes do cumprimento da promessa do derramamento do Espírito Santo, o próprio Jesus profetizou. Lucas então narra com mais detalhes a profecia de Jesus a respeito do batismo. O Senhor Jesus confirmou toda a Palavra profética prometendo, Ele mesmo, que os seus seguidores seriam batizados no Espírito Santo “não muito depois daqueles dias”.


II - O CUMPRIMENTO DA PROFECIA

1 – O Espírito Santo seria dado após a glorificação de Jesus (Jo. 7:37-39; Atos 2:33). O tempo para o cumprimento da promessa do batismo no Espírito Santo estava condicionado à volta de Jesus ao Pai a Sua glorificação (Jo. 16.7). Pedro conhecia muito bem esta doutrina, porque no Pentecostes ele a confirmou.

2 – O Batismo no Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes (Atos 2:1-4). O Pentecostes era o tempo marcado por Deus para o cumprimento dessa profecia. Nas festas de Israel, era a 3ª delas, começando com a Páscoa e as Primícias. Todas elas estão relacionadas ao plano de Deus. A Páscoa cumpriu-se com a morte de Jesus, cordeiro pascoal (I Co. 5.7). As Primícias se cumpriram com a ressurreição de Jesus dentro os mortos (I Co. 15:20,23). O Pentecostes acontecia 50 dias depois de contar do dia 16 de Abibe (Lv. 23:9-16). que era um dia depois da Páscoa. Assim o Senhor Jesus foi morto, sepultado e ressuscitou ao 3º dia. Passou 40 dias com os discípulos e foi levado aos céus (Atos 1:1,2). Completados os 50 dias, acontecia a festa do Pentecostes em Jerusalém (Atos 2:1). Foi exatamente nesse tempo que a promessa foi cumprida, estando os discípulos reunidos no cenáculo.


COMO RECEBER O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

1 – Precisamos crer em Cristo (Mc. 16:17-18). Para receber o batismo no Espírito Santo, o indivíduo tem que crer em Jesus, pois é impossível que uma pessoa não creia nEle e receba esse batismo (Jo. 14:16, 17); Rm. 8.16).

2 – Devemos obedecer a Deus (Atos 5.32). O texto é enfático: Deus só pode conceder esse dom aqueles que lhe obedecem. Se existe qualquer elemento de rebelião no coração do indivíduo, primeiro terá de acertar as contas por meio de uma entrega total a Deus, confessando seus pecados e sendo purificado dos mesmos. (Is. 59.1,2; I Jo. 1:7).

3 – Devemos pedir o Espírito Santo (Lc. 11:13). Aqui se vê a bondade, a generosidade, a disposição e a imparcialidade do nosso Pai celestial. Ele pode dar o Espírito Santo a todos os que lho pedirem (Atos 2:39).

4 – Devemos crer (Jo. 7:39; Gl. 3:14). A fé em Deus consiste numa total ausência de dependência de nós mesmos ou de outros, e no conhecimento de que só Deus tem aquilo de que precisamos e desejamos. Temos de acreditar que ele dará seus dons de graça, e que dará livremente na medida em que satisfizermos as condições por ele impostas e pedirmos individualmente os dons prometidos.



terça-feira, 26 de junho de 2012

QUANTO ORAR?



SEMPRE (I Ts. 5:17). A oração deve ser a nossa atitude constante, pois ela é tanto uma atitude como uma atividade. A atitude de devoção a Deus poder ser sem cessar, mesmo que atividade não for sem cessar.

MOMENTO ESPECÍFICOS QUE SEPARAMOS EXCLUSIVAMENTE PARA ORAÇÃO (Mt. 6:6). Aqui Jesus fala de um tipo de ou forma de oração individual, isto é, somente nós e Deus. Este momento de oração é essencial para nós. A porta fechada é de extrema importância espiritual. Pos a porta fechada tem duplo efeito: ela exlcui e encerra.

EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA (Ne. 2:4). A oração pode ser feita em qualquer lugar, em qualquer circunstçância e em qualquer momento que nos vermos diante de uma dificuldade ou ao necessitarmos de uma resposta divina.

PUBLICAMENTE (Atos 4:23-31). A oração pública é aquele que fazemos junto com outras pessoas. É também chamada de oração coletiva. Apesar de Jesus incentivar a oração particular (no nosso quarto), também orava em público (Lc. 10:21,22; Jo. 11:41,42).

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ELEMENTOS DA ORAÇÃO


LOUVOR E ADORAÇÃO (Atos 16:24-26; Ap. 4:11). Uma parte importante da oração é o louvor e adoração, pois é a expressão de puro amor a Deus, da mesma forma que as petições indicam as necessidades de uma pessoa, o louvor e adoração refletem a atitude de uma pessoa para com Deus.

AÇÕES DE GRAÇA (I Ts. 5:18). É o reconhecimento cheio de gratidão de que Deus está interessado em nossas vidas. A oração não é só para pedir, mas muita mais, para agradecer. Ao orarmos devemos tomar tempo para expressar ao Senhor a nossa apreciação por Sua inúmeras bênçãos, e o nosso agradecimento por elas.

CONFISSÃO (I Jo. 1:9). Apresentar o pecado específico para Deus é um elemente fundamental para a oração eficaz. Confessar significa literalmente “dizer amesma coisa que Deus diz com respeito ao pecado” ou “ter a mesma visão que Deus tem”.

INTERCESSÃO (Atos 12:5-10; I Tm. 2:1). É a oração em favor de outras pessoas. Devemos orar pela autoridades constituídas, para que tenhamos paz e também pela ampliação do reino de Deus na terra.

PETIÇÃO (Jr. 29.12,13; Jo. 16:24). Consiste em apresentarmos nossos pedidos pessoais a Deus, pois a oração sempre vem de um senso de necessidade. A necessidade unida com a fé resulta em recompensa daqueles que buscam a Deus diligentemente. Até mesmo Deus conhece nossas necessidades antes de lhe pedirmos e tem prazer em supri-las (Fl. 4:19).

terça-feira, 19 de junho de 2012

OBSTÁCULOS À ORAÇÃO


NÃO PEDIR COM FÉ (Tg. 1:5-8). A verdadeira oração exige fé, sem vacilações (Hb. 11:6). Tiago não apenas encoraja-nos a orarmos, mas também enfatiza que a oração precisa estar no contexto da confiança em Deus. Duvidar, aqui, refere-se à indecisão e aplica-se à pessoa que deseja tanto confiar em Deus quanto andar em seu próprio caminho.

PEDIR COM MOTIVOS ERRADOS (Tg. 4:3). Muito do que pedimos a Deus não é o melhor, Pedimos muitas vezes e não recebemos porque pedimos mal. São os deleites, os prazeres, que nos levam a pedir mal, de forma deslocada da vontade divina. Uma condição da oração eficaz é que nós devemos ser desinteressados. Devemos colocar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua vontade.

PECADOS NÃO CONFESSADOS (Sl. 66:18; Pv. 28:13). Deus é um Deus santo. Não há pecado Nele e Ele não tolerará o pecado. Estes versículos se referem a pecado na vida dos Seus filhos. Quando Ele diz que não ouvirá ele está falando de ouvir provavelmente os pedidos feitos em oração, pois o pecado nos afasta de Deus (Is. 59:1,2).

DESOBEDIÊNCIA À LEI DE DEUS (Pv. 28:9). A oração daquele que, deliberadamente, desobedece à Palavra se torna abominável diante de Deus, pois a transgressão da lei constitui-se em pecado (I Jo. 3:4), e Deus, sendo Santo, não pode compactuar com ele.

USAR REPETIÇÕES VAZIAS E ORAR PARA AGRADAR PESSOAS (Mt. 6:5-8). Há pessoas que ensaiam orações, que programam como vão falar. Isto não é oração; é um desempenho. Os fariseus gostavam de orar em pé nas esquinas das praças para serem vistos e admirados pelos homens. Jesus não condena a oração em público, mas sim a exibição vaidosa. I ficar repetindo uma oração era uma característica dos pagões. Tal atitude é como se a oração fosse um esforço para vencer a má vontade de Deus em responder, cansando-se com palavras. Jesus usa aqui o termo grego “batologeo” (vãs repetições, falar sem pensar), que significa emitir sons sem sentido, tal qual fazem alguns cristãos quando oram sem saber o que realmente estão falando com Deus.

PROBLEMAS NA VIDA FAMILIAR (I Pd. 3:7). Uma atitude errada do marido para com a mulher, ou vice versa, pode ser nocivo à oração do casal. Como podem orar juntos, se atitudes de inimizade e atos de ressentimento e desdém se lhes interpõem? Ressentimentos que se originam da conduta egoísta no lar torna impossível a oração eficaz. A oração eficaz tem de ser “sem ira e rancor” (I Tm. 2:8).

quarta-feira, 6 de junho de 2012

SEGREDOS DA ORAÇÃO


PEDIR E CRER (Mt. 21:22). Deus deseja atender, mas quer que nós peçamos. Isto não significa que Deus desconheça as nossas necessidades. Ele sabe o que precisamos antes mesmo que lho peçamos (Mt. 6:8). Mas Deus quer que reconheçamos a nossa dependência Dele (Atos 17:25).

PEDIR DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS (I Jo. 5:14:25). “Se pedirmos alguma coisa segundo a Sua palavra, ele nos ouve”. A condição é: segundo a sua vontade. Portanto, Deus não atende uma oração egoísta que não é feita segundo a Sua palavra, a Bíblia. (Sl. 37:4; I Jo. 3.22). A vontade de Deus deve sempre estar em primeiro lugar em nossas orações.
ORAR EM NOME DE JESUS (Jo. 16.23;24) Orar em nome de Jesus significa mais do que simplesmente mencionar-lhe o nome começo e fim da oração. Significa a aceitação do seu sacrifício, a crença nas Sua promessas e o fazer as Suas obras.

CONFIAR NA INTERCESSÃO DO ESPÍRITO SANTO (Rm. 8:26). O Espírito Santo está constantemente intercedendo em favor do homem. Ele atua em nosso coração, ocasionando orações de arrependimento, louvor e ações de graças. A ajuda do Espírito Santo é necessária por causa da fraqueza e ignorância humana.

SER PERSEVERANTE (Lc. 11:5-13). Devemos perseverar orando, quanto aparentemente a resposta demora. A benção de Deus é às vezes retardada para que examinemos nossa condição e vejamos as falhas do nosso caráter, ou para nos provar a fé.

ORAR COM SINCERIDADE (Hb. 10:22). Não adiante tentarmos enganar a Deus com orações fingidas, ou mostrarmos uma espiritualidade que não possuímos, ou ainda usarmos palavras que nem mesmo nós entendemos. Uma oração insincera, pretensiosa é sempre uma abominação para Deus (Lc. 18:9-14). Nossas orações devem ser simples, diretas e sinceras.