quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


A EXTENSÃO DA MORTE DE CRISTO

Morreu Cristo por todo o mundo ou somente pelos eleitos? Se foi pelo munto inteiro, então porque é que nem todos se salvam? Sr foi apenas para os eleitos, onde está a justiça de Deus? A resposta a estas perguntas está ligada ao conceito que se tem de ordem dos decretos.
1 – Cristo morreu pelos eleitos (Mt. 20:28; Jo. 17.9; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu principalmente pelos eleitos. Ele morreu pelos eleitos, não apenas no sentido de tornar a salvação possível para eles, mas também no sentido de verdadeiramente salvá-los quando crêem em Cristo.

2 – Cristo morreu pelo mundo inteiro (Jo. 1:29; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu pelo mundo inteiro. Existe uma ordem necessária na salvação do homem. Ele precisa primeiro crer que Cristo morrei por si próprio. Apesar de Cristo ter morrido por todos, no sentido de reconciliar o mundo com Deus, nem todos são salvos, por que sua salvação em si é condicionada a serem reconciliados com Deus (II co. 5:18-20). 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

OBRA DE CRISTO – SUA MORTE

Ao contrário do que acontece no caso de pessoas comuns, é a morte de Cristo mais do que a vida de Cristo (isto é, a vida terrena) que é de importância suprema. Isto é provado por muitas considerações.

- É anunciado no Antigo Testamento (Gn. 3:15; sl. 22:1,7,8,18; Is. 53:4-6). È a morte de Cristo que tratam muitos tipos de profecias no Antigo Testamento. O animal que morreu para fornecer vestimentas para Adão e Eva é um exemplo (Gn. 3.21; Ap. 13.8). Os sacrifícios dos patriarcas em geral (Gn. 8.20; 12.8; 26.5; 33.20), o cordeiro pascal no Egito (Êx. 12:1-8; I Co. 5.7), os sacrifícios levíticos (Lv. 1 a 7) e outros, todos eles apontam para a maior de todas as ofertas que seria feita por Cristo. Temo ainda as profecias da traição que seria feita a Cristo (Sl. 41:9-11; Atos 1:16), de Sua crucificação e dos eventos que a acompanharam. Vemos assim, que a morte3 de Cristo é uma parte importante do ensinamento do Antigo Testamento.

- É proeminente no Novo Testamento (Mt. 16:21-23; 20:17-19; Atos (2:22-24). A morte de Cristo ocupa lugar proeminente no Novo Testamento. Os três últimos dias da vida terrena de nosso Senhor ocupam aproximadamente um quinta das narrativas dos quatro evangelhos. A morte de Cristo é mencionada diretamente no Novo Testamento mais de 175 vezes. Evidentemente a morte e a ressurreição de nosso Senhor eram considerados de suprema importância pelo Espírito Santo.

- É a principal razão da encarnação
(Hb. 2:9,14; 9:26; I Jo.3:5) – Cristo não veio principalmente paro nos dar um exemplo, ou nos ensinar uma doutrina, mas para morrer por nós. Sua morte não foi uma reflexão posterior ou um acidente, mas o cumprimento de um propósito definido ligado à encarnação. A encarnação não é uma finalidade em si, mas um meio para atingir uma finalidade, e essa finalidade é a redenção dos perdidos através da morte do Senhor na Cruz.

- É essencial para a nossa salvação (Jo. 3.14,15). O filho do homem tem que ser erguido para o homem ser salvo; o grão de trigo tem que cair no chão e morrer para produzir frutos (Jo. 12:24). Deus não poderia perdoar o pecado simplesmente com base no arrependimento do pecador. Para que Deus pudesse perdoar ao pecador e permanecer justo ao mesmo tempo. Cristo pagou a pena do pecador (veja Jo. 19:30). A palavra “consumado”, do grego “tetelestai”, significa: “Está pago. Não resta mais dívida”). Ele tinha que morrer para Deus justificar os ímpios (Rm. 3:24-26).

O SIGNIFICADO DA MORTE DE CRISTO

O profeta Isaías nos dá a verdade central sobre o significado da morte de Cristo quando declara que “Deus fará da sua alma (de Cristo) uma oferta pelo pecado” (Is. 53:10). Compreender o que essa declaração significa é compreender a expiação. Examinemos melhor os detalhes envolvidos nesta declaração.

1 – A morte d Cristo é vicária (Is. 53:5,6; I co. 15:3; II co. 5:21).
Sofrimento vicário é o sofrimento pelo qual passa uma pessoa em vez de outra, isto é, em seu lugar. Supões necessariamente a isenção da parte em cujo lugar o sofrimento é suportado. É evidente que Cristo não morreu por Seu próprio pecado (Jo. 8:46; Hb. 4.15). Lemos na Palavra que “Cristo morreu pelos nossos pecados” (Rm. 5:8; I Pc. 2:22,24; 3:18).

2 – A morte de Cristo é a expiação dos nossos pecados (Lv. 4:13-20; 6:2-7; Hb. 2:17,18). A morte de Cristo é tanto uma expiação como uma propiciação (sacrifício) pelos nossos pecados. Por estas passagens fica claro que o novilho ou carneiro tinha que morrer, e o perdão só era possível apenas através da morte de um substituto (I Ts. 5:9,10; I Jo. 4:10). Ligada à ideia de reconciliação. As duas ideias de propiciação está a ideia de reconciliação. As duas ideias parecem estar intimamente ligadas uma à outra como causa e efeito (Rm. 5:10; Ef. 2:13-16).

3 – A morte de Cristo é um resgate (Mc. 10:45; Hb. 9:12). A morte de Cristo é mostrada como sendo o pagamento de um preço ou resgate. Jesus mesmo é quem diz que Ele havia vindo para dar a Sua vida em resgate de muitos, e fala-se da obra de Cristo como sendo a de redenção (Lc. 1:68; 2:38). A palavra “redenção” vem do grego “lutron” e significa o pagamento de um preço para livrar alguém que esteja aprisionado.

A EXTENSÃO DA MORTE DE CRISTO

Morreu Cristo por todo o mundo ou somente pelos eleitos? Se foi pelo munto inteiro, então porque é que nem todos se salvam? Sr foi apenas para os eleitos, onde está a justiça de Deus? A resposta a estas perguntas está ligada ao conceito que se tem de ordem dos decretos.

1 – Cristo morreu pelos eleitos (Mt. 20:28; Jo. 17.9; I Tm. 4:10). As Escrituras ensinam que Cristo morreu principalmente pelos eleitos. Ele morreu pelos eleitos, não apenas no sentido de tornar a salvação possível para eles, mas também no sentido de verdadeiramente salvá-los quando crêem em Cristo.


2 – Cristo morreu pelo mundo inteiro (Jo. 1:29; I Tm. 4:10). As Escrituras também ensinam que Cristo morreu pelo mundo inteiro. Existe uma ordem necessária na salvação do homem. Ele precisa primeiro crer que Cristo morreu por si. Antes de poder apropriar os benefícios de Sua morte para si próprio. Apesar de Cristo ter morrido por todos, no sentido de reconciliar o mundo com Deus. Nem todos são salvos, porque sua salvação em si é condicionada a serem reconciliados com Deus (II Co. 5:18-20).

RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Se a morte de Jesus na cruz é fundamental para a nossa salvação. Sua ressurreição também o é. A morte e ressurreição de Jesus Cristo é doutrina fundamental do Cristianismo. Todos aqueles que admitem a necessidade da morte de Cristo também admitem a importância de ressurreição física de Cristo. Vejamos alguns aspectos da ressurreição.

1 – A importância da ressurreição de Cristo (Rm. 10:9,10; I Co. 15:12-19). De acordo com as escrituras, crer na ressurreição de Cristo é essencial para salvação. Paulo mostra que tudo depende da ressurreição de Cristo: a) a pregação apostólica; b) a fé dos Coríntios; c) os apóstolos como testemunhas; d) os Coríntios e o perdão de seus pecados; e) os que dormiram em Cristo; f) e os Cristãos são os mais infelizes dos homens se Cristo não tiver ressurgido.

2 – A natureza da ressurreição de Cristo (Mt. 28:9; Lc. 24:39-45). A ressurreição de Jesus foi uma ressurreição corporal. O próprio Jesus declarou depois de sua ressurreição que tinha carne e ossos e Mateus declarou que as mulheres que encotraram a Cristo abraçaram-lhe os pés. Ele tomou refeição com os discípulos e foi reconhecido por eles depois da ressurreição (Lc. 24:34; Jo. 20:25-28). Cirsto mesmo predisse sua ressurreição corporal (Jo. 2:19-21). No entanto, Seu corpo era diferente em alguns aspectos após a ressurreição (Jo. 20:19). ele está vivo agora e para todo o sempre (Rm. 6:9-10; II Tm. 1:10; Ap. 1:18).

3 – Os resultados da ressurreição de Cristo (Rm. 1:4; 4:25). A ressurreição de Cristo atesta a Sua divindade, pois através dela Ele “foi designado Filho de Deus com Poder” (Mt. 28:18). Outro resultado adquirido é o da nossa justificação, pois Sua ressurreição é a garantia de que Deus aceitou Seu sacrifício. Através da Sua ressurreição dos mortos. Ele se tornou nosso mediador. Paulo nos diz ainda que a ressurreição de Cristo é a garantia de que nossos corpos também ressurgirão dentro os mortos. (Rm. 8:11).

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A TRINDADE DIVINA

A TRINDADE DIVINA
Ao ensino de que há um só Deus em três pessoas distintas, separadas uma das outras, porém da mesma essência, chama-se Doutrina da Trindade. A palavra “trindade” não se encontra na Bíblia, mas o ensino encontra-se claramente ali, pois em o Novo Testamento existem 108 passagens comprobatórias. Muitos acham a doutrina de difícil compreensão. Nunca devemos imaginar que algo está errado, só porque não o compreendemos bem.

A UNIDADE DE DEUS
Deparamos com um mistério infinito ao estudar a natureza de Deus. Mesmo assim, há algumas verdades sobre este assunto que são reveladas com clareza. Daquilo que as Escrituras ensinam sobre a natureza de Deus nada contradiz a verdade de que só há um Deus.

1 – A Bíblia afirma que há um só Deus (Dt.. 6:4; Mc. 12:29). O hebraico de Deuteronômio diz literalmente: “Jeová [Yahweh] nosso Deus [Elohim] Jevoá [é] Um”. Essa passagem afirma que Eloim, é Um no sentido de que não há outro, ou seja, Ele é o único Deus (Êx. 20:3; Dt. 4:35,39). A palavra “único”, ligada a Deus, vem do hebraico “ehadh” que indica uma unidade composta. Quando esta palavra é indicada no sentido absoluto, é empregada a palavra “yahodh”. É preciso distinguir entre duas qualidades de unidade: unidade absoluta e unidade composta. A expressão”um homem” traz a ideia de unidade absoluta, porque se refere a uma só pessoa. Mas quando lemos que o homem e a mulher serão “uma só carne”. Essa é a unidade composta, visto que ser refere à união de duas pessoas.

2 – As três pessoas divinas são um (I Jo. 5:7,8). Com unidade de Deus queremos dizer que a natureza divina é uma unidade indivisível. Isto é, Deus não consiste de partes nem pode ser dividido em partes. Assim, a mesma essência. Eles são divisíveis apenas na unidade numérica e indivisível na unidade de Deus.

3 – A unidade absoluta não desfaz a sua individualidade (Mt, 3.16,17). - O Pai, o Filho e o Espírito Santo são constantemente citados como Pessoas separadas com operações específicas operadas por cada uma. Porém, os três cooperam unidos e num mesmo propósito, de maneira que no pleno sentido da palavra, são “um”.
Não há contradição ente o ensino da unidade de Deus e o ensino da Trindade. Com trindade queremos dizer que há três distinções eternas em uma essência divina. Estas três distinções são três pessoas, conhecidas respectivamente como Pai, Filho e Espírito Santo. Devemos portanto, buscar nas Escrituras a verdadeira doutrina da Trindade.

1 – A Trindade no Antigo Testamento (Gn. 1:1,26) Muito embora a doutrina da Trindade não fosse explicitamente mencionada no Antigo Testamente, sua origem pode ser vista nos textos bíblicos. A expressão “Deus” vem do hebraico “Elohim” que literalmente quer dizer “deuses”, pois a palavra é plural, e às se usa, em hebraico acompanhada do adjetivo plural e com verbo no plural. Todos os membros da Trindade são mencionados no Antigo testamente: a) Pai (Is. 63:16; Ml. 2:10); b) o Filho de Jeová (Sl. 2:6:7; Is. 9:6); c) o Espírito Santo (Gn. 1:2; Is. 61:1).

2 - A Trindade no Novo Testamento (II Co. 13:13). Dentro do Novo Testamento, a dourina da Trindade fica grandemente ampliada. Cada pessoa da divindade é declarada como sendo divina. a) Pai é Deus (Mt. 6:8; Gl. 1:1); b) o Filho é Deus (Jo. 1:1-4,14,18; Rm. 9:5, Cl. 2:8,9; Tt. 2:13; II Pd. 1.1); c) o Espírito Santo é Deus (Mc. 3:29; Ato 5:3,4; II co. 3:17,18). A Bíblia apresenta assim esta realidade singular e misteriosa um Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.

III – A TRINDADE E OS ATRIBUTOS
É um fato desafiador que os atributos da Divindade sejam atribuídos a cada uma das benditas Pessoas da Trindade.

1 – Eternidade. O Pai (sl. 90:2); O Filho (Cl. 1:17); O Espírito Santo (Hb. 9:14)

2 – Onipresença. O Pai (Jr. 23:24); O Filho (Mt. 18:20); O Espírito Santo (Sl. 139:7)

3 – Onisciência. O Pai (Jr. 17:10); O Filho (Ap. 2:23); O Espírito Santo (I Co. 2:10;11)

4 – Onipotência. O Pai (I Pd. 1:5); O Filho (II Co. 12.9); O Espírto Santo (Rm. 15:19)

5 – Santidade. O Pai (I Pd. 1:16); O Filho (Atos 3.14); O Espírito Santo (Lc. 12:12).

6 – Amor. O Pai (I Jo, 4:8,16); O Filho (Ef. 3:19); O Espírito Santo (Rm. 15:30).

7 – Verdade. O Pai (Jo. 7:28); O filho (Ap. 3.7); O Espirito Santo (I Jo. 5:6)

IV - A OBRA DA TRINTADE DIVINA
Além de cada obra distinta d eDeus ser realizada por uma Pessoa da Divindade, também as obras principais de Deus são atribuídas a cada uma das Três Pessoas. Podemos observar a atuação da Trindade Divina em pelo menos quatro áreas.

Na criação do universo (Gn. 1:2; Sl. 102:25; Cl. 1:16). A criação do universo foi uma realização de cada Pessoas da Trindade. Todos igualmente participaram neste empreendimento. Os atos da criação separados, ainda que completos, da parte de cada Pessoas reúnem0se na afirmação: “No princípio criou Deus (Elohim – nome que pressagia o mistério da pluralidade na unidade e a unidade na pluralidade) os céus e a terra” (Gn. 1.1)

Na criação do homem (Gn. 1:26; 2:7; Jó 33:4/ Cl. 1:16). A criação do homem é um ato criador de Deus. Este ato criador de Deus é obra das Pessoas separadas na Trindade. Houve a participação de Jeová Elohim, do Senhor Jesus e do Espírito Santo. À vista disto, Salomão adverte: “Lembra-te do teu criador (palavra plural no hebraico) nos dias da tua mocidade” (Ec. 12.1, veja ainda Is. 54:5 onde o termo “criador” também é plural).

Na salvação do homem (Jo. 3:16). O Espirito gerou o Filho (Lc. 1:35), mas de tal maneira que o filho sempre se dirige à primeira Pessoa chamando-a de Pai (Jo. 17:1-8) Cristo, o Filho, sempre faz a vontade do Pai e, para isto, recebeu o Espírito sem medida (Jo. 15:10; Lc. 3:21,22). Na sua morte houve a participação do Pai (Sl. 22:15; Rm. 8:32), do próprio Jesus (Jo. 10:18; Gl. 2:20), e do Espírito Santo (Hb. 9:14). Também na sua ressurreição podemos perceber a atuação dos três (Ato 2:24; Jo 10:18; I Pd. 3:18).

Na ressurreição da humanidade (Jo 5:21; Rm. 8.11). Mais uma vez os três estarão atuando em favor de todos os seres humanos para o Dia da Redenção. Assim a unidade e pluralidade. Ficaram demonstradas que existem na Divindade em um plano de relacionnamento acima e além do alcance da experiência humana.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O SER E A NATUREZA DE DEUS


1 – Ele deve ser adorado (Jo. 4:23,24). Crer na existência de Deus significa reconhecê-lo e adorá-lo. De acordo com Jesus, o Deus revelado nas páginas das Escrituras Sagradas é um Deus cujo natureza requer adoração espiritual e sincera. Ele tudo sabe e tudo pode. Esse fato, além de levarnos a ter mais cuidado com aquilo que falamos e fazemos, constitui-se em motivo de alegria, pois Deus está sempre ao nosso lado para nos ajudar.

2 – Ele deve ser proclamado (Atos 17:16,22-31). Parte de nossa resposta a Deus, à medida que Ele revela seu ser e natureza a nós, é torná-lo conhecido em um mundo em que Ele é largamente ignorado ou rejeitado. O mundo não é neutro, mas cheio de ídolos, isto é, falsos objetos de adoração. Somos chamados adesafiar e a confrontar os falsos deuses em o nome do Deus vivo e verdadeiro. Isto envolve espalhar o conhecimento do Deus verdadeiro através do mundo inteiro (Mt. 28:19,20).

3 – ele deve ser servido (II Co. 5:15). A única resposta adequada a Deus é servi-lo. A adoração faz parde desse serviço, que se estende a todas as áreas da vida. O serviço a Deus implica em renunciar a todos o direito e a nós mesmos e submeter nossa vontade inteiramente à vontade dEle. A melhor maneira de sermos gratos a Deus pelo seu aor é através da entrega incondicional da nossa vida para o seu serviço.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

OS ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS


Os atributos morais de Deus se referem aos predicados necessários da divina essência que envolvem qualidades morais. Sob este tópico consideraremos os seguintes atributos:

1 - Deus é justo e santo (Êx. 15:11; Lv. 19:2). A santidade de Deus significa a sua absoluta pureza moral; Ele não pode pecar nem tolerar o pecado. Como um Deus justo, Ele faz aquilo que é correto. A justiça é a santidade de Deus manifesta no tratar retamente com sua criaturas.

2 – Deus é bom (Sl. 25:8; rm. 2:4) A infinita bondade de Deus é uma perfeição de seu ser que caracteriza a Sua natureza e é fonte de tudo o que é bom no universo. Os termos específicos empregados para estabelecer a bondade de Deus são: a) benevolência, que é a bondade no seu sentido genérico, abrangendo todas as Sua próprias perfeições como também aquilo que se conforma com Ele; c) misercórdia, que é a bondade de Deus exercida em benefício das necessidades de Sua criaturas. d) graça, que é a livre açaõ de deus em benefício daqueles que não tem merecimentos.

3 – Deus é amor (1 Jo. 4:8-10). A natureza de Deus é amor, em razão da qual Ele deseja relação pessoal com aqueles que possuem a sua imagem. O amor, que é a essência do seu caráter, é manifestado em cada palavra e em cada ato seu. Observe a desrição do amor de Deus (Dt. 7:8, Ef. 2:4). A quem ele foi manifestado e como ele foi demonstrado. (Jo 3.16, I Jo. 3.1)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


A NATUREZA DE DEUS

A Bíblia tem muitas expressões que nos falam a respeito da natureza e do caráter de Deus. Vejamos algumas dessas expressões:

1 – Deus é eterno (Êx. 15:18; Dt. 33:27; Sl. 90:2) Em relação ao tempo. Deus é eterno. Significa que Ele não tem começo nem fim; que Ele está livre de toda a passagem de tempo, e que Ele é a causa do tempo

2 – Deus é infinito (I Re. 8:27). Deus é infinito e, por isso, não está sujeito às limitações naturais e humanas. Ele está além de ser plenamente compreendido pela mente do homem (Rm 11:33-36) Com relação ao espaço, Deus caracteriza-se pela imensidade. Deus está presente em todo o espaço infinito e em todas as suas partes.

3 – Deus é espírito (Jo. 4:24). Esta declaração define a natureza de Deus como sendo espiritual. Porém, Deus e espírito com personalidade. Ele pensa, sente e fala, pode ter comunhão direta com suas criaturas feitas à sua imagem. Como ser espiritual Deus está livre de todas as limitações do corpo, embora algumas vezes os escritores bíblicos tenham de usar a figura do corpo, para ilustrar aspectos diferentes de sua atuação com relação ao homem (Êx. 6:6, Sl. 34:15)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A EXISTÊNCIA DE DEUS

Neste estudo, vamos verificar o que a Bíblia ensina a respeito da pessoa de Deus. Numa época em que tantas ideias e conceitos a respeito de Deus são divulgados. É bom verificarmos o que o próprio Deus revelou a respeido de si mesmo.

A Bíblia é a Palavra de Deus, é o único livro que pode falar, com autoridade, sobre o assunto.
É muito importante saber que a Bíblia não procura provar a existência de Deus, mas parte ddo pressuposto de que Deus existe e que se revela aos que buscam em espírito e em verdade.

NOMES DE DEUS

A palavra “Deus” não e nome. Refere-se antes a um título que usamos para designar o Ser supremo, o criador de todas as coisas. Todavia, Deus se revelou pelo nome. Os nomes na Bíblia têm significados, os quais geralmente transmitem alguma ideia quanto ao caráter da pessoa que usa o ome. Todos os nomes pelos quais o símbolo de alguma verdade relativa a Ele. Os três principais nomes da Divindade no Antigo Testamento são:

1 – Eloim 9Gn. 1:2,26,27). A Bíblia começa com a afirmação de que “Eloim” é o Criador. Este nome é frequentemente usado no Antigo Testamento, aparecendo também com El ou Eloá. Eloim é o plural, reconhecido pelo pronome plural?: “façamos”; e Eloá é o singular, este último aparecendo geralmente na poesia sagrada.

2 – Adonai (Gn. 15>1,2,8; Dt. 3.24). O significado de Adonai é “Senhor”, e é distinguido na versão portuguesa com letras maiúsculas. Este nome da Divindade aparece no Antigo Testamento com grande frequência e expressa o domínio e a possessão soberana.

3 – Jeová (Êx. 3:14; Is. 42:8) Ao revelar-se à Israel. Deus revelou-se como encontramos a expressão: “Eu sou o SENHOR: este é o meu nome”. A pronúncia “Senhor vem do tetragrama hebraico “YHWH” traduzido em pessoal e sagrado, e por isso deve se reverenciado (Êx. 20:7).